Era um ciclo, começa outro.

E eu pensei que meu “calo de enterrar cadáveres” não ia mais crescer. Inocência minha. Eu, o cara que não aprendeu o instinto básico de sobrevivência do cansar de apanhar cansou de repetir o mesmo erro até que tudo pare.

Porque nada parou.

E não sabe mais se vale a pena salvar a alma pra não se tornar carrancudo. O calo já está carrancudo. Agora só protege a mão. O que segue é enterrar quem pedir.

Porque não dói mais.

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